Estou a observar .
Usando minha perspicácia, para entender.
Entender, o que não pode ser compreendido.
A sagacidade de meus olhos, nem sempre mostra o que vejo.
Incompreendido? talvez.
O blues me embala, e a madrugada me chama.
E agora de longe, tudo posso ver.
Vejo a sutileza das coisas banais,
e a banalidade da sutileza.
Tudo parece ínfimo, efêmero...
A dúvida que nos apavora: e se não houvesse outrora?
E se nada fosse tudo…
O caos, abandonados aqui estamos a tentar
o indemonstrável o pouco provável…
Em silêncio lhe entrego
Um buquê de poesias.
Miríades de sentimentos
Chorando, sorrindo, vivendo
Vertendo o que sou por dentro.
Sou poesia.
E dentro de mim há um universo,
e toda uma galáxia,
para desvendar.

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