17 de maio de 2015

Ponto turístico

As coisas são injustas, o mundo é injusto, acostume-se, a vida é assim, um momento de cada vez, uma decepção de cada vez, intercalada junto a sorrisos para não doer mais do que dói por dentro. Coisas momentâneas nem sempre valem a pena, as consequências vem futuramente, você pode ser ingenua, você pode ser inocente, mas a consequência vem independentemente da situação. Você ta em frente a vários caminhos, e tem que optar a qual seguir, precisa de apoio e proteção, mas não tem a quem recorrer já que os demais são superficiais. O mundo é injusto, acostume-se. Você pode optar por baladas e festas, mas e quando tiver sozinho, chorando, a quem você vai pedir um carinho ou um conselho, por mais idiota que ele seja? Todo ser humano precisa de alguém a quem confiar, e essa sou eu , tentando me encontrar em meio a desencontros da vida, buscando um pouquinho de mim , em cada lugar. Como um próprio quebra -cabeça, uma incógnita indecifrável, uma ilha inexplorada em um mapa, essa sou eu tentando me encontrar.  Uma turista em uma cidade totalmente desconhecida, chamada vida,  tentando encontrar alguém que me leve ao caminho certo, já que os demais anfitriões me levaram a caminhos errados, tive que voltar atrás , percorrer os mesmos caminhos, mas não estou no caminho certo, tentei encontrar sozinha, seguir meus próprios instintos, mas ainda estou em busca do meu destino. Mas nesse passeio pela vida, encontrarei muitas pessoas mal intencionadas, muitos ladrões  de esperança, e também de câmeras, para não me deixar guardar boas recordações pelo passeio da vida,haverá muitas decepções no caminho, mas se houver um anfitrião de confiança, deixo que me leve e que me deixe no destino certo, a um ponto turístico chamado Alana, mas não por que o passeio acabou, e sim por que é ai que começarei a me entender e entender a minha própria história.

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